Pesquisar no blog

Digite pelo menos 2 caracteres para buscar.

← Voltar ao blog
Power Query 7 min de leitura

Como Criar API com N8N: Guia Completo para Quem Não Programa Uma Linha de Código

Você já se viu com uma planilha que precisava se alimentar sozinha e pensou que criar API com N8N poderia ser a solução ideal? Tipo assim: “Vai lá e busca os dados do relatório de vendas, bonitinha, sem que ninguém precise apertar botão.” Só que aí você pensa: “Ah, isso deve dar pra fazer com […]

Criar API com N8N e os principais segredos do GET e POST - Joviano - DataEvo

Você já se viu com uma planilha que precisava se alimentar sozinha e pensou que criar API com N8N poderia ser a solução ideal? Tipo assim: “Vai lá e busca os dados do relatório de vendas, bonitinha, sem que ninguém precise apertar botão.” Só que aí você pensa: “Ah, isso deve dar pra fazer com API… Mas eu não sou programador!”

Pois bem. Respira fundo, porque vocês vão aprender hoje como criar API com N8N do zero, passo a passo, mesmo que vocês achem que API seja o nome de uma banda de pagode.

Sim, senhores e senhoras: vocês vão aprender a montar um link mágico. Um link personalizado, que entrega dados ou dispara ações automaticamente, como se vocês fossem o Tony Stark das planilhas, mas sem precisar entender nada de código.

E o melhor? Tudo isso usando o queridíssimo N8N, o orquestrador de automações que mais cresce no mundo.
Nessa aula, ensinei a:

* Criar uma API com N8N usando métodos GET e POST.
* Testar e simular chamadas com o Postman.
* Enviar e receber dados da API.
* Integrar tudo isso com Power Query (sim, aquele mesmo do Excel/Power BI).
* Como validar usuários com senha, retornar dados filtrados, e até montar filtros por cliente, tipo “quero só as bananas da semana passada”.

Ah, e tudo isso sem escrever uma linha de código. É ou não é o sonho da galera que vive de planilha?

API para quem é do financeiro, RH, compras e cansou de depender do TI

Antes de sair criando as automações da NASA, precisamos entender pra quem é esse conteúdo.

Esse conteúdo é pra vocês analistas, coordenadores, supervisores que vivem o front do Excel, Power BI, relatórios e planilhas todo dia. Que têm que dar conta de demandas malucas com prazos de 30 minutos. Que sonham com automações, mas travam só de ouvir a palavra “endpoint”.

Se você é programador, até vai curtir. Mas aqui, a pegada é didática, simples e prática, nível “vou explicar o que é GET como se fosse o entregador do iFood”. E não é piada.

Então, se preparem para o mergulho.

O que é uma API? (E por que você precisa aprender isso hoje)

Respira fundo. Vamos entender o conceito base… Uma API é um link personalizado que executa algo ou entrega algo.
É tipo aquele botão de “Gerar relatório” no sistema do Contas a Pagar. Por trás daquele botãozinho, tem uma API chamando os dados, organizando e entregando na sua tela.

O legal do N8N é que você pode criar esse tipo de API com um simples “arrasta e solta”, sem saber programação.
Existem dois principais tipos de chamadas:

GET: quando você só quer pegar informação (igual quando você consulta o extrato no banco).
POST: quando você envia informações (como preencher um formulário de cadastro e clicar em “Enviar”).

E é isso que a gente vai aprender a construir.

Criando a primeira API com N8N: o GET mais simples do mundo

No vídeo, começamos criando a API mais básica possível.

Criamos um novo fluxo no N8N.
Inserimos o nó “Webhook” (esse nó que gera o link da API).
Configuramos o método como GET.
Copiamos o link gerado e colamos no Postman (que é tipo o testador oficial de APIs — um simulador de chamadas).
Quando clicamos em “Send” no Postman, vimos que o N8N retornava “workflow was started”.

Essa é a primeira vitória: um link que, ao ser acessado, dispara um processo no N8N.

Aqui ainda não tinha dado nenhum retorno! Mas já servia para disparar um e-mail, alimentar uma base, registrar um log… ou seja, abrir infinitas possibilidades de automação.

De GET para POST, quando você precisa enviar dados para a API

Agora ficou sério! A gente mudou o método do webhook para POST, ou seja, agora não só acessamos a API, como também enviamos dados.
Exemplo prático do escritório:

“Eu quero que, ao clicar em um botão no Excel, ele envie o nome de um cliente e receba as vendas daquele cliente.”

Foi isso que fizemos. Alteramos o método da API para POST e, lá no Postman, começamos a mandar os dados no formato JSON.

Primeiro só mandamos uma mensagem: banana-caturra. Só de birra mesmo, mas isso serviu para mostrar que podemos responder a uma requisição com dados personalizados.

Criando regras e filtros com IF – começando a personalização

Vocês acham que parou por aí?

Dentro do N8N, entre o webhook e a resposta, colocamos uma condição com um nó “IF”:

Se o nome enviado fosse “Manoel”, retornava: “Pimpolho é um cara bem legal”.
Se não fosse, retornava: “Que show da Xuxa é esse?”.

Fala sério, isso aqui é automatizar com diversão!

E aqui já rolou o primeiro filtro, baseado nos dados enviados. Algo como:

“Se o cliente for ‘Empresa X’, mostra relatório. Se não, nega.”

A mágica está em usar os dados que o N8N recebe para montar regras de validação. Algo super útil em ambientes onde nem todo mundo pode ver tudo.

GET com parâmetros na URL… O modo GALO cacarejante

Agora a parada ficou avançada — mas com jeitão didático.

Vocês já devem ter visto uma URL desse tipo:

https://api.exemplo.com/dados?cliente=banana

Isso é mandar parâmetros via URL, estilo GET.

Dentro do N8N, usamos isso para filtrar as respostas com base no valor passado. Se mandássemos “cliente=banana”, ele respondia com os dados da banana. Se fosse “cliente=pera”, retornava só os dados da pera.

O nome que demos pra isso?

Modo GALO. Porque é barulhento, chamativo e escancarado. Toda informação fica exposta na URL.

POST com dados no body e o modo MINEIRINHO profissional

Mas nem sempre queremos que tudo apareça na URL, né? Imagina mandar um CPF na URL? Saiu errado.

Então o jeito profissional (e mais seguro) é usar o POST com dados no corpo da requisição — o famoso body.

Nesse formato, mandamos um JSON com:

{
  "id_usuario": "123",
  "senha": "456",
  "cliente": "banana"
}

A API do N8N recebe isso, faz a validação (tipo “usuário e senha estão certos?”) e, se tudo estiver OK, retorna os dados filtrados do cliente “banana”.

Isso aqui é ouro! Porque permite que vocês façam relatórios personalizados, com autenticação, sem depender de sistema nenhum.

Filtro avançado com base em uma tabela de dados simulada

O Joviano preparou um fluxo que simulava o seguinte:

Se o usuário e senha estiverem certos;
E se o cliente for válido;
Ele traz os dados de vendas daquele cliente.

Usamos um node “Code” (que pode simular uma tabela do seu ERP), depois aplicamos o filtro e… BUUUM 💥

Resposta no estilo:

[
  { "data": "2025-11-01", "produto": "banana", "valor": 199.99 },
  { "data": "2025-11-02", "produto": "banana", "valor": 149.00 }
]

Ou seja, uma API que consulta uma base, aplica filtro e responde com os dados certos.

Como integrar sua API do N8N direto no Power Query (Excel / Power BI)

E aí a galera pirou.

“Mas, Joviano… dá pra usar essa API direto no Excel?”

SIM, dá.

O segredo é usar no Power Query a função:

Json.Document(Web.Contents("https://seulink.com", [
    Content = Text.ToBinary("{""id_usuario"":""123"",""senha"":""456"",""cliente"":""banana""}"),
    Headers = [#"Content-Type"="application/json"]
]))

E aí, meu povo, os dados da API viram tabela no Excel. Sem apertar botão. Exportar CSV. Sem pedir favor pra TI.

Aprenda tudo isso e MUITO mais na Formação DataEvo

Se vocês curtiram essa aula e querem aprender de verdade a automatizar relatórios, criar dashboards em minutos, extrair dados com SQL, DAX, Python e, claro, Power Query, então vocês têm que vir pra Formação DataEvo

Lá, a gente ensina tudo o que o TI esconde de vocês. E de um jeito que até quem odeia programação entende.

Já imaginou economizar 2 horas por dia com automações? Ter mais tempo pra análise de verdade e menos Ctrl+C Ctrl+V?
E o melhor… Sem depender de ninguém!

Banner da formação DataEvo com Joviano e selo de acervo completo.

Então vem com a gente. Porque quem aprende a automatizar, manda no jogo

Conclusão: do zero à API com N8N sem programar e sem chorar

Nessa aula a gente:

* Aprendeu o que é uma API e como criar uma com N8N.
* Testou chamadas com GET e POST.
* Criou filtros por URL e corpo da requisição.
* Validou usuários com senha.
* E integrou tudo isso no Power Query.

Tudo isso com um fluxo simples e acessível, sem código, sem complexidade. E agora você têm nas mãos uma das ferramentas mais poderosas para transformar relatórios em soluções automatizadas, sem depender de ninguém.

A bola está com você! Bora colocar essa API no ar?

LEVE COM VOCÊ

Esse conteúdo te ajudou?

Deixe seu curtir ou envie para quem também pode aproveitar.

FÁBRICA DE APPS

Transforme uma rotina em um sistema.

Construa soluções com IA ao lado do Jovi e da equipe, com prática e acompanhamento.

Conhecer a mentoria ↗Ver todos os produtos ↗